terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Pois é.
Última vez, lado racional prevalecendo, sem despedidas, melhor assim.
Além da saudade (passageira), lembranças boas vão permanecer. As risadas, mãos dadas, dia amanhecendo, as músicas e tudo aquilo que um dia me fez ficar com cara de idiota olhando pro nada.
Ah, até que o "nunca mais" não me assusta tanto.

Mais uma lição.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Antigamente, eu tinha o conceito de que todas as pessoas deveriam ser sempre as mesmas, independente da situação.
Mas o tempo passou (ainda bem que ele passou) e a Priscila entende que isso é praticamente impossível. Não dá pra ser a mesma sempre, aquele livro de condutas interno não poderá ser sempre obedecido.
Aquele sentimento incondicional pode conviver com outros tipos de sentimentos, a plenitude é que não é mais válida.
Agora, cada um é único e com seu determinado efeito.





Mas a minha essência (ainda) permanece...