quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Tempo pra acreditar, tempo pra sentir, tempo pra esquecer, tempo pra pensar, tempo para desacreditar...tempo, tempo, tempo.

Momentos tensos.

sábado, 25 de agosto de 2007

Tá, mais um post antes de dormir.
Às vezes fico pensando: será que eu tô no lugar certo?
Calma, não estou falando estilo Thom Yorke ( What the hell am I doing here?/I don't belong here), mas no sentido de que o mundo tem gente pra caralho e eu sinto que tenho que conhecer pessoas novas, na expectativa de que elas possam fazer minha vidinha mais interessante e feliz. Geralmente quando ando de metrô e quase sempre estou com meu mp3, fico pensando em alguém, que está longe, contexto diferente, mas ouvindo a mesma músicae talvez pensando coisas parecidas. Também fico pensando se existe alguém que seja praticamente como eu. Sim, é meio bizarro...
Pensamentos aleatórios de Priscila num sábado a noite sem álcool e contato social, mas semana que vem tudo muda...de volta ao mundo!
Pessoas são estranhas...clichê ao extremo, eu sei.
Existem aquelas pessoas que eu nunca vou entender. Confesso que isso me incomoda pra caralho, pois já pensei e repensei diversas vezes o que levou tal ser a tomar tal atitude.
Disparidades entre o sentir, pensar, escrever, falar e agir. Imaginem uma pessoa que sente A, pensa B, escreve e fala C e age D, complexo, né?
Confesso que tenho uma teoria meio doida pra essa história, mas deixa pra lá...

Mudando de assunto...

De vez em quando, acontecem algumas coisas na nossa vida que ficamos nos perguntando por muito tempo o porquê de tal coisa ter acontecido...aí, passam-se alguns meses e surpreendentemente tudo aquilo que vc gostaria que acontecesse na época da merda, acontece naturalmente e você explode de alegria e satisfação.
Então...muitas vezes a história do "tudo que vai, volta" acontece.
Se bem que ultimamente, a tal historinha da ação e reação é mais presente no meu cotidiano.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Sol, aquele ventinho frio no rosto e o sorriso de uma criança...é, meu dia começou bem.
Sabe o que passei a admirar? As demonstrações de afeto entre as pessoas, mas daquelas bem simples, sabe? Elas me fazem pensar "essa merda de mundo ainda não está completamente perdida".
Em certa ocasião, não pude conter algumas lágrimas ao ver um pai super carinhoso com suas 2 filhas pequenas. Pode parecer sem graça pra alguns, mas pra mim, foi uma cena tão bonita...Sentimentos verdadeiros, isso tá fazendo muita falta por aí.
(...)
Há um tempo atrás, eu confiava demais no que as pessoas diziam, depois de algumas decepções, passei a dar importância somente para as atitudes...mas aí surge aquele problema do pensar/sentir/verbalizar e agir.
Hoje em dia, não acredito/confio. O vazio preenche aquilo que um dia pode se tornar uma dor, angústia, medo.
Mas felizmente, existem certas pessoas que fazem parte da minha vida e que quando eu menos espero, percebo o quanto sou importante pra elas...amigos, sabe?

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Hoje no meu estágio lá no hospital, aconteceu algo que me emocionou (não sei se é exatamente este termo a ser utilizado, mas enfim). A filha falando comigo da sua mãe, que está num estado muito delicado devido a um câncer recidivado no estômago. Naquele momento, me controlei pra não chorar, mas meus olhos se encheram de lágrimas...terminada a conversa, fui em direção a janela e desabei e cheguei a conclusão que não tenho estrutura pra lidar com tal grau de sofrimento humano, não dá. Essa situação, desencadeou algo que acontece de vez em quando comigo: refletir sobre as diferentes situações de sofrimento humano. Os moradores de rua, as pessoas do sertão nordestino, aqueles bóias-frias que são super explorados, as crianças que trabalham como gente grande, as pessoas que tiveram sua vida arruinada pela guerra, os refugiados da África, a família que já não é mais família, a mãe que perdeu as filhas...tantas coisas para serem listadas...

(...)impotência, o que posso fazer?

Aí, chego em casa e resolvo ver o telejornal e as 5 primeiras notícias, falavam de morte, dor, angústia...é complicado.
Meu sono não me permite escrever mais...amanhã continuo ou não.

sem título

Não será um "querido diário" (acho).
Ultimamente estou sentindo a necessidade de escrever, tipo válvula de escape, sabe? Eu faço isso no fotolog de vez em quando, mas geralmente são coisas curtas e muitos não ligam pro texto.
Outra coisa que me fez optar em criar esse blog: meus textos ficarão arquivados e num futuro próximo eu poderei ler, assim como fazia com os meus diários e pensava "que idiota que eu era!", "me mata por favor" ou "como pude gostar dele?".
Mas enfim...
Boa leitura pra quem se interessar em ler meus pensamentos/sentimentos e sei lá mais o que em forma de palavras.