Pois é.
Última vez, lado racional prevalecendo, sem despedidas, melhor assim.
Além da saudade (passageira), lembranças boas vão permanecer. As risadas, mãos dadas, dia amanhecendo, as músicas e tudo aquilo que um dia me fez ficar com cara de idiota olhando pro nada.
Ah, até que o "nunca mais" não me assusta tanto.
Mais uma lição.